Quando o país imaginava estar nas regiões Norte e Nordeste a indecência prolongada da prática degradante de trabalho escravo, eis que o Ministério do Trabalho divulga dados mostrando a região Sudeste no topo do ranking de trabalhadores em situação análoga à de escravo resgatados, principalmente nas fazendas em que o plantio e corte de cana são a tônica.
Ou seja, além de centralizarem grande parte do PIB brasileiro graças à secular destinação de recursos públicos aos centros de Rio, São Paulo e Minas Gerais – esses ricos estados lideram a quantidade de resgates de trabalhadores enfurnados nas propriedades sem seus mínimos direitos de cidadania garantidos.
Mas, como sempre ocorre nesses episódios geradores de péssima imagem aos centros mais adiantados, apostem quanto quiser se os grandes jornais de Rio e São Paulo darão destaque, com suite, a esse tipo de noticiário.
Se o flagra fosse no Pará, alguém da Globo já estaria correndo a região, com chamadas para o "Fantástico".
Ou seja, além de centralizarem grande parte do PIB brasileiro graças à secular destinação de recursos públicos aos centros de Rio, São Paulo e Minas Gerais – esses ricos estados lideram a quantidade de resgates de trabalhadores enfurnados nas propriedades sem seus mínimos direitos de cidadania garantidos.
Mas, como sempre ocorre nesses episódios geradores de péssima imagem aos centros mais adiantados, apostem quanto quiser se os grandes jornais de Rio e São Paulo darão destaque, com suite, a esse tipo de noticiário.
Se o flagra fosse no Pará, alguém da Globo já estaria correndo a região, com chamadas para o "Fantástico".
